Sílvia Pontes

Nome Completo

Silvia Alexandra Prates Raimundo Pontes

Nascimento

12/10/1977

Local de Nascimento

Igrejinha, Arraiolos

Local de Residência

Évora

Silvia Alexandra Prates Raimundo Pontes, nasceu na Igrejinha a 12 de Outubro de 1977.

Frequentou a Escola Primária de Igrejinha, onde ingressou aos quase sete anos de idade, acompanhada por amigos que ainda hoje estão presentes na sua vida.

Terminado o 1º Ciclo, o seu percurso escolar viria a ser consolidado já na sede de concelho, Arraiolos, frequentando aí o 2º e o 3º Ciclo, bem como o ensino Secundário, na Escola Cunha Rivara. No ensino Secundário frequentou o Curso Tecnológico de Administração e Contabilidade. Prosseguiu os estudos na Universidade de Évora, onde obteve a Licenciatura em Filosofia. Ao longo do seu percurso escolar e académico, o desejo de ensinar foi-se revelando e manifestando cada vez com maior força, sendo esta, inclusivamente, a razão pela qual ingressou no Ensino Superior. Em 2001, iniciou a carreira docente, estagiando na Escola Secundária Gabriel Pereira, em Évora, e posteriormente lecionou em várias outras escolas do Alentejo, percorrendo muitos quilómetros. Mas o amor à profissão sobrepôs-se às dificuldades e desafios, considerando este percurso um caminho de “muitas aprendizagens, boas experiências e vivências”.

Até aos 26 anos de idade, residiu na Igrejinha, tendo alterado a sua residência para Évora após o casamento.

Remontam aos tempos de infância as memórias da Festa em honra de Nª Srª da Consolação, onde ia acompanhada pelos pais, fervorosos adeptos das décimas. Recorda também a procissão como outro ponto alto dos Festejos, que, na sua meninice, acontecia à segunda-feira e onde inúmeras crianças acorriam para levar os santinhos, algo que ela própria o fez.

Em 2018, participou pela primeira vez como decimeira, cumprindo assim uma promessa que havia feito na sequência do aparecimento de uma doença oncológica no seu pai. Foi um momento difícil, em que, num ato de desespero e de fé, pediu intervenção divina à Srª da Consolação para que lhe acudisse. Desde então, é participante assídua das Festas, como decimeira.

Aprendeu a construir as décimas, de acordo com os ensinamentos de pessoas mais velhas e, apesar de verificar que os decimeiros, na sua maioria, são idosos, sublinha positivamente o aparecimento de alguns jovens participantes nesta manifestação cultural tão enraizada na comunidade.

Poemas

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