Carlos Alberto Rebola Oliveira, é natural da freguesia do Vimieiro, concelho de Arraiolos, onde reside.
Iniciou o seu percurso escolar na Escola Primária de Vimieiro e depois foi alternando entre escolas, até ao final do seu percurso. Fez o 5º e o 6º ano na Escola Sec. Rainha Santa Isabel em Estremoz, o 7º, 8º e 9º na Escola Cunha Rivara em Arraiolos e o Complementar (10º,11º e 12ª) de novo em Estremoz, frequentando o Curso de Contabilidade e Gestão.
Aos 18 anos de idade, ingressa, como voluntário, na Força Aérea, onde fica como cabo especialista de comunicações durante 5 anos e de onde sai por não haver abertura de vagas para o quadro.
Faz uma incursão pelo Retalho e Grande e Distribuição trabalhando numa grande superfície comercial, contudo acabaria por ir para Lisboa onde foi segurança. Fixando-se posteriormente numa empresa em Évora, Carlos Oliveira frequenta uma formação na área social e ingressa numa IPSS – Chão dos Meninos, onde há 18 anos é Educador Social.
O Carlos é membro da Sociedade Filarmónica 1.º de Abril Vimieirense desde os 7 anos de idade e é por aqui que nasce a sua ligação às Festas da Igrejinha, pois de há muitos anos a esta parte é esta a Banda que está presente na noite das décimas. Recorda-se que “eram das melhores festas das redondezas” e que a noite dos decimeiros era o ponto alto das Festas. “Praticamente passávamos os 3 dias de Festa, na Igrejinha” relembra com alegria.
Fazendo jus ao dito popular “qualquer dia faço-te umas décimas” utilizado com escárnio em resposta a alguém que faz ou diz o que não deve, Carlos Oliveira, escreve as primeiras décimas em 2022. Ou seja, a sua primeira participação como decimeiro dá-se como autor de décimas que foram ditas, a seu pedido, por Ângelo Cunha e que tinham como tema principal, as peripécias da Banda nas Festas mas em simultâneo pedir bênção divina para a mesma e para todos que a compõem. O Carlos continua a escrever décimas para a Senhora da Consolação, tendo a Banda e seus episódios satíricos como tema principal.